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Florianópolis,10/06/2026

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Eventos climáticos elevam os riscos nas residências e reforçam busca por proteção

Pesquisa aponta que oito em cada dez pessoas no país já notam a interferência das mudanças no clima no dia a dia


Eventos climáticos elevam os riscos nas residências e reforçam busca por proteção

A troca de estações sempre é cercada de alertas quanto ao tempo, ainda mais com o aquecimento global e a possibilidade mais frequente de eventos climáticos extremos. Chuvas torrenciais, raios, temporais que podem chegar acompanhados de granizo causam preocupação nas famílias, que têm colocado o tema da proteção residencial no centro das discussões.

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Uma pesquisa conjunta da Aurora Lab e More in Common, divulgada em maio deste ano, aponta que oito em cada dez pessoas (85%) no país já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. Para 53% dos participantes do levantamento, ter que arcar com um custo maior de vida está entre as principais preocupações.

Dados da Confederação Nacional dos Municípios indicam que eventos climáticos extremos aumentaram de forma consistente na última década, com prejuízos que chegam a R$ 700 bilhões, sobretudo em regiões urbanas densamente ocupadas. Já o Instituto Nacional de Meteorologia aponta aumento na intensidade de tempestades e na irregularidade das chuvas, fatores que impactam diretamente a segurança dos imóveis.

Danos mais comuns nas residências

Os efeitos dos eventos climáticos extremos são os mais variados e, muitas vezes, imediatos. Nem sempre é possível ter a proteção adequada e isso costuma a provocar prejuízos, como destelhamentos e danos estruturais provocados por vendavais. Ainda há o perigo causado pelas oscilações de energia elétrica que podem queimar eletrodomésticos, além das infiltrações e alagamentos decorrentes de chuvas intensas. 

Outro fator de alerta é com eventuais incêndios causados por descargas elétricas (raios) e danos a placas solares e estruturas externas. Soma-se a tudo isso os custos financeiros, além dos impactos na rotina familiar e os riscos à segurança dos moradores.

O que o seguro residencial cobre

Diante deste cenário de alerta e que preocupa cada vez mais o brasileiro, o seguro residencial tem se consolidado como uma ferramenta de proteção financeira e patrimonial. Há desde a cobertura básica até a possibilidade de personalizar o seguro, garantindo mais proteção contra, por exemplo, incêndios, raios, explosões e até queda de aeronaves.

“As coberturas adicionais permitem personalizar a apólice conforme o perfil do imóvel e da região. Entre as principais proteções estão danos elétricos causados por curto-circuito ou variação de tensão, vendaval e granizo, cobrindo prejuízos estruturais e proteção para sistemas de energia solar, além de responsabilidade civil familiar, em casos de danos a terceiros”, destaca Marcos Junior Viera, coordenador de Produtos e Negócios da Ailos Únilos.

Outro diferencial da Ailos Corretora são as assistências 24 horas, que incluem serviços emergenciais como chaveiro, encanador e eletricista, além de manutenções preventivas.

Prevenção como estratégia

Com um cenário climático instável, a recomendação converge para o mesmo caminho: prevenir é mais econômico do que reparar. Um dos principais indicadores para a contratação de um seguro residencial é o capital segurado, calculado com base no custo de reconstrução do imóvel. Segundo a Ailos Corretora, o Custo Unitário Básico (CUB) em Florianópolis (SC), em junho de 2026, é de R$ 3.096,25 por metro quadrado. 

Neste contexto, a contratação de um seguro adequado, com opções de parcelamento em até 12 vezes, combinado com medidas de manutenção preventiva, como limpeza de calhas e revisão elétrica, pode reduzir significativamente os prejuízos. 

De acordo com Marcos Viera, a tendência é que a proteção residencial entre no planejamento financeiro das famílias brasileiras, especialmente impulsionado pela possibilidade de eventos climáticos extremos cada vez mais imprevisíveis.

Sobre a Ailos Cooperativa Únilos: com 28 anos, a Ailos Cooperativa Únilos tem atuação na Grande Florianópolis, com mais de 20 mil cooperados e superando R$ 374 milhões em ativos. São sete unidades de atendimento, nas cidades de Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu. Além de soluções financeiras, está ativa na contribuição dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Em 2025, foi certificada pela sétima vez consecutiva com o Selo GPTW, recebeu o segundo Troféu GPTW consecutivo no Ranking Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil - Instituições Financeiras categoria Cooperativas de Crédito Pequeno Porte e o segundo Troféu consecutivo de Destaque Saúde Mental 2025. 

Sobre o Sistema Ailos: constituído em 2002, o Sistema Ailos já conta com mais de 1,7 milhão de cooperados, 14 cooperativas singulares de crédito, uma central e uma corretora de seguros. São mais de R$ 26 bilhões em ativos e presença em mais de 120 municípios de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, contribuindo e promovendo o crescimento sustentável e desenvolvimento social das comunidades por meio de suas filiadas: Acentra, Acredicoop, Ailos Civia, Credcrea, Credisan, Ailos Credelesc, Ailos Credicomin, Ailos Credifoz, Ailos Crevisc, Evolua, Transpocred, Ailos Únilos, Viacredi e Viacredi Alto Vale.




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